20/06/2024 às 14h54min - Atualizada em 20/06/2024 às 17h30min

Cultura Maker impacta crianças e jovens da Baixada, apresentando um universo de possibilidades e oportunidades no segmento da tecnologia

Visitas à Aldeia Maracanã e ao Planetário, além de ações que incentivam o empreendedorismo e a robótica, são algumas das atividades do projeto que já atendeu mais de mil jovens de projetos sociais

Comunicação
Divulgação
Transformar a vida de crianças e jovens de regiões carentes da Baixada por meio de atividades que apresentam novas possibilidades por meio da produção científica e da robótica, vem sendo o grande desafio do Cultura Maker, projeto que, nos últimos seis meses já impactou mais de mil crianças assistidas por instituições sociais de diferentes regiões do Rio de Janeiro e da  Baixada Fluminense. Idealizadas e realizadas pela Drum Brasil, todas as ações do Cultura Maker são gratuitas e realizadas em parceria com outras instituições, contando também com o apoio da prefeitura do Rio de Janeiro por meio do Programa de Fomento à Cultura Carioca.  

Coordenado por Anna Vieira, o projeto proporciona vivências únicas a esses jovens de projetos sociais que, ao serem apresentados a um universo até então distante de suas realidades, são constantemente provocados pela criatividade, o que contribui para a melhoria do desempenho escolar, e a diminuição da evasão. 

“Todo o planejamento do Cultura Maker, gira em torno das descobertas dessas crianças e jovens, de um universo rico em possibilidades e que eles podem conquistar, isto é fundamental. Trabalhar a autoestima e a capacidade dessas crianças é importantíssimo para que eles possam despertar para aptidões que nem mesmo eles sabem que têm. em cada atividade que realizamos, todos nós descobrimos novos talentos, seja dentro da robótica, na criação de conteúdo digital, ou até mesmo na revelação dos sonhos e dos anseios deles que, com uma boa dose de incentivo e orientação, não deixamos adormecer”, diz a empreendedora social. 

Ao longo do primeiro semestre, atividades como o Diversifest, que reuniu mais de duzentas crianças na Arena Dicró para uma oficina de robótica, e visitas a instituições como a Mighty Greens, uma das principais fazendas verticais da América Latina, para que fosse possível conhecer a produção de cogumelos, proporcionaram aos jovens, além de conhecimento, muito entretenimento. Seguindo a proposta da iniciação científica, os segredos do sistema solar foram objeto de estudo na visita ao Planetário da Gávea e, a conexão com a ancestralidade e as origens do povo brasileiro, foram vivenciadas durante a visita à Aldeia Maracanã.

"O que queremos é, no mínimo, proporcionar aos nossos jovens, a possibilidade de conhecimento e de oportunidades, debatendo sempre com eles, temas como sustentabilidade, empreendedorismo e, claro, ciência e tecnologia. É importante que possamos incentivá-los para que estes talentos sejam revelados através de um trabalho de acolhimento e autoestima para que eles possam sentir segurança em demonstrar suas capacidades. Por meio desses passeios, das oficinas de robótica, a gente vai descobrindo estes potenciais que, muitas das vezes, estão escondidos ou adormecidos por falta de oportunidades, e é isso que a gente precisa mudar. Somos um país onde a tecnologia e a inovação precisam estar acessíveis a todos", diz José Carlos Vieira, CEO da Drum Brasil.

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Mirella Araújo Nogueira Rebeque Pereira
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