19/10/2021 às 16h17min - Atualizada em 19/10/2021 às 16h39min

Sodré Santoro celebra o Dia do Leiloeiro e reforça compromisso com seus clientes e parceiros

Hoje, 19 de outubro, é o Dia Nacional do Leiloeiro e a maior organização de leilões da América Latina está diretamente ligada à data

SALA DA NOTÍCIA LF&Cia Comunicação Integrada
Júlio Bittencourt
Dia 19 de outubro foi escolhido para comemorar anualmente o Dia Nacional do Leiloeiro. A Sodré Santoro, maior organização de leilões da América Latina e pioneira no País, tem orgulho de estar diretamente ligada a essa celebração. O dia faz referência à publicação da regulamentação da profissão, registrada em 19 de outubro de 1932. A Sodré Santoro teve papel fundamental no reconhecimento da data.
         Segundo Mariana Lauro Sodré Santoro Batochio, leiloeira oficial, nova geração da Sodré Santoro, destaca que, quando fundaram a organização, há 42 anos, seu pai, Luiz Fernando, e tio, José Eduardo, precursores dos grandes leilões do País, usavam uma perua Volkswagem Kombi para fazer os pregões em diversos locais. “Hoje, a Kombi é um símbolo para a Sodré Santoro. Se eles têm orgulho de iniciarem uma história em um setor que cresce a cada dia, nós temos orgulho de seguir esse legado, honrando nossa profissão todos os dias”, diz.
Carolina Lauro Sodré Santoro, também leiloeira oficial, explica que a profissão, no Estado de São Paulo, é regida por um Código de Ética. Conforme o Artigo 3º do Capítulo II, “São deveres fundamentais do Leiloeiro Oficial do Estado de São Paulo:
a) preservar e dignificar, em sua conduta, o conceito da categoria;
b) zelar pela sua reputação pessoal e profissional;
c) orientar o cliente com dados, informações e elementos objetivos, que facilitem a tomada de decisão consciente;
d) combater o exercício ilegal da profissão;
e) guardar sigilo sobre as informações dos clientes, no exercício de sua atividade;
f) colaborar com as entidades de fiscalização e de representação profissional, propugnando pela sua harmonia e coesão, e pela defesa da dignidade e dos direitos profissionais. ”
         “Temos deveres com nossos clientes, compradores e com nossa categoria. Tudo isso faz com que nossos processos sejam seguros e transparentes, sempre em busca do melhor negócio para todas as partes envolvidas. Nosso código de ética é o compromisso de cada um de nós, leiloeiros, que garante a legitimidade de nossa profissão”, conclui Carolina. Ela e sua irmã, Mariana, conhecidas no meio como As Leiloeiras, vêm dando nova cara ao setor.
 
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